Asteroide Apophis 2036 e Profecias do Apocalipse

Descubra como o asteroide Apophis em 2036 ativa pontos-chave no Brasil e no Vaticano, revelando profecias ocultas do Apocalipse de João. Explore as implicações e significados dessas revelações.

CÉU SIDERAL & TRÂNSITOSMITOLOGIA CRISTÃLINHA LEY & GEOGRAFIA SAGRADA

8/3/20254 min read

Por Helena Marcondes – Estrelas Védicas

Na sexta-feira, 13 de abril de 2036, o planeta estará diante de um dos eventos mais marcantes do século: a passagem do asteroide Apophis — a “estrela Absinto” citada por João no Apocalipse. Para a maioria, apenas uma curiosidade científica. Para quem estuda astrologia real, sideral e heliocêntrica: um código cósmico com consequências práticas, políticas e espirituais.

Essa rocha espacial, de mais de 300 metros de diâmetro, cortará o céu acima do Atlântico Sul — e adivinha? Justo entre Brasil e África, onde as placas tectônicas da história estão prestes a se mover novamente. Apophis não trará apenas sombra: ele trará revelações. E o palco central dessa dramaturgia celeste é o Brasil.

O que é Apophis — e por que ele carrega a assinatura do Apocalipse?

Apophis foi descoberto em 2004, e por pouco não entrou para a lista de riscos de impacto real. O nome não é coincidência: Apófis, na mitologia egípcia, era a serpente que tentava engolir o Sol toda madrugada. Em 2036, ela não vem para atacar fisicamente, mas para cutucar os pontos cegos da humanidade — como um bisturi que separa o velho do que não pode mais continuar.

No Apocalipse de João, há o trecho enigmático da estrela chamada Absinto que cai do céu e transforma águas em veneno. Muitos tomaram isso como parábola. Mas a astrologia vê o símbolo e o tempo como aliados. A estrela está nomeada. A data, marcada.

Apophis e o Brasil: o impacto invisível que vai mudar tudo

No mapa geocêntrico sideral do Brasil (1889), Apophis transita pela Casa 12 — o setor mais enigmático e profundo de todos. Associado a prisões, segredos de Estado, espiritualidade mal resolvida e traumas não curados da nação. O que isso significa? Revelações. Queda de máscaras. Choque de realidade.

Tradução prática: estruturas de poder que operam nos bastidores podem ruir. Verdades engavetadas sobre a história nacional, alianças internacionais e saúde coletiva virão à tona. Pode ser via documentos, tecnologia, escândalos ou catarses sociais. Ou tudo junto.

Plutão, o planeta das grandes transformações, estará na Casa 1 do Brasil — o corpo da identidade nacional. Em palavras simples: o Brasil mudará de pele. O que está em jogo? A soberania, a verdade, e o próprio papel do país no tabuleiro global. Um novo destino está sendo negociado nos bastidores cósmicos.

E o Vaticano nessa história?

Enquanto Apophis pressiona o Brasil, ele também mexe com a fundação do Vaticano (1929). No mapa sideral da Santa Sé, a serpente celestial toca a Casa 9 — o território das doutrinas, das missões, dos sistemas religiosos.

E mais: trânsitos lentos como Plutão e Netuno abrem fendas na Casa 10 do Vaticano — o trono institucional. A Lua passará pelo Nodo Sul nesse dia, sinalizando um acerto de contas com o passado.

Tradução astrológica: o que foi suprimido pela Igreja pode ser exposto. O feminino sagrado, os textos perdidos, o que foi excluído da história oficial pode ganhar corpo e voz.

Essa “queda simbólica” pode refletir em crises diplomáticas, escândalos religiosos, renúncias inesperadas ou novos documentos históricos sendo revelados.

O Céu como fonte de inteligência geopolítica

Esse evento não é apenas espiritual. É estratégico. Apophis não é místico — é monitorado por agências espaciais. E a trajetória dele não toca diretamente o solo, mas sua sombra será visível sobre o Brasil, em especial no Norte e Nordeste. Isso ativa pontos magnéticos, linhas ley, e pode inclusive afetar campos eletromagnéticos locais.

Satélites, telecomunicação, clima, comportamento coletivo e saúde mental: tudo pode ser afetado por essa "passagem sombra".

Quem entende do meridiano 45, sabe: o ponto onde Turin (cidade do Sudário) repousa no Norte está magneticamente ligado às mesmas coordenadas brasileiras no Hemisfério Sul.

E o que João tem a ver com isso?

João escreveu o Apocalipse em Patmos, ilha de céu limpo e visão ampla. Ele era astrólogo, vidente e observador dos céus. Sabia decifrar os sinais como quem lê um roteiro. Ele viu o que viria não com medo, mas com precisão.

Quando João fala da “estrela Absinto”, ele não está fantasiando. Ele está datando um momento específico de alteração na consciência coletiva.

Em 2036, essa data chega.

Previsões práticas para o Brasil pós-Apophis

  1. Reconfiguração política e ideológica: alianças internacionais podem mudar, acordos comerciais e militares serão questionados.

  2. Crises institucionais: documentos secretos, conflitos entre Poderes e escândalos religiosos em território nacional.

  3. Nova liderança espiritual: surgimento de figuras que unem ciência, espiritualidade e verdade de forma não institucional.

  4. Despertar coletivo: movimentos populares de reconexão com a natureza, soberania alimentar, água limpa, autogestão.

  5. Atlântico como palco estratégico: alterações climáticas e interesses militares no mar brasileiro podem se intensificar.

O que fazer agora?

Não se trata de esperar uma colisão, mas de preparar a consciência. Estude. Observe. Esteja atento às mudanças sutis. Apophis é símbolo e evento. É um marco no céu — e um gatilho na Terra.

O Brasil tem o papel de protagonista neste ciclo. Por geografia, por alma, por missão.

E como João, quem tem olhos para ver — veja.

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